Em julho de 2026, a Artama celebra uma marca extraordinária: 60 anos de história. São seis décadas de dedicação, trabalho, inovação e compromisso com a excelência, consolidando a empresa como uma das referências do setor metal mecânico de Jaraguá do Sul, Santa Catarina, e parceira de importantes indústrias em todo o Brasil.
Fundada em 1966, em Jaraguá do Sul, uma das cidades mais industrializadas do país, a Artama nasceu com o propósito de oferecer soluções de qualidade para o mercado industrial. Desde então, acompanhou de perto a evolução da indústria brasileira, investindo continuamente em tecnologia, modernização de processos e qualificação profissional para atender às demandas de um mercado cada vez mais exigente.
Ao longo de sua trajetória, a empresa construiu uma reputação baseada em valores sólidos como seriedade, competência, inovação e respeito aos clientes. Essa combinação permitiu que a Artama atravessasse diferentes momentos da economia, mantendo sua capacidade de crescimento e adaptação sem abrir mão da qualidade que sempre caracterizou seu trabalho.
A história da Artama também se conecta diretamente ao desenvolvimento industrial de Jaraguá do Sul e de Santa Catarina. Inserida em um dos principais polos produtivos do Brasil, a empresa contribuiu para fortalecer a economia regional, gerar oportunidades de emprego, desenvolver profissionais e impulsionar o crescimento do setor manufatureiro no estado.
Mais do que celebrar uma data, os 60 anos da Artama representam a confiança construída ao longo das décadas junto a clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros. Cada projeto entregue, cada desafio superado e cada conquista alcançada refletem o esforço coletivo de pessoas que ajudaram a transformar a empresa em uma referência de seu segmento.
A longevidade da Artama é resultado de uma combinação valiosa entre experiência e capacidade de renovação. Em um cenário industrial marcado por constantes transformações, a empresa soube preservar sua essência enquanto incorporava novas tecnologias, aperfeiçoava processos e ampliava sua capacidade de atender às necessidades do mercado.
E se o passado é motivo de orgulho, o futuro é fonte de inspiração. Os próximos anos trazem novas oportunidades de crescimento, inovação e desenvolvimento. Com o mesmo compromisso que guiou sua trajetória até aqui, a Artama segue preparada para contribuir com a evolução da indústria brasileira e continuar entregando soluções de qualidade para seus clientes.
Celebrar 60 anos é reconhecer uma história construída com trabalho, confiança e visão de longo prazo. É valorizar as pessoas que fizeram parte dessa jornada e renovar o compromisso com a excelência para os próximos capítulos.
Mais do que uma comemoração, este momento reafirma a missão da Artama de seguir inovando, evoluindo e contribuindo para o desenvolvimento da indústria nacional.
Quer conhecer mais sobre a trajetória, os produtos e as soluções oferecidas pela Artama? Acesse o site e descubra como a experiência de seis décadas se transforma em inovação para a indústria.
Elevadores de carga são projetados para suportar rotinas intensas, transportar volumes pesados e garantir eficiência logística. Mas existe um ponto crítico que muitas vezes passa despercebido: a forma como esses equipamentos são utilizados no dia a dia. A operação inadequada não só compromete o desempenho, como também reduz a vida útil do elevador e aumenta o risco de falhas e acidentes.
Um dos erros mais comuns é o excesso de carga. Todo elevador possui um limite de capacidade definido pelo fabricante e ignorar esse número é forçar o equipamento além do que ele foi projetado para suportar. Isso sobrecarrega componentes essenciais, como cabos, motor e sistema de tração, acelerando o desgaste e elevando significativamente o risco de quebra. Em situações mais críticas, pode até causar paradas bruscas ou danos estruturais.
Outro problema frequente é a distribuição inadequada da carga. Quando o peso não está centralizado ou equilibrado dentro da cabine, o elevador passa a operar sob tensão irregular. Isso afeta diretamente o alinhamento do sistema, podendo causar vibrações, ruídos incomuns e desgaste desigual das peças. Com o tempo, esse tipo de uso compromete o funcionamento do equipamento e exige manutenções mais frequentes — e mais caras.
Além disso, o impacto causado ao entrar com cargas de forma brusca também é um fator de risco. Empurrar paletes, carrinhos ou materiais pesados sem cuidado gera choques mecânicos que afetam tanto a cabine quanto os sistemas internos. Pequenos impactos recorrentes podem parecer inofensivos, mas acumulam danos que reduzem a eficiência e a segurança da operação.
Outro ponto importante é o uso inadequado dos comandos. Operar o elevador de forma apressada, ignorando tempos de abertura e fechamento de portas ou tentando “forçar” o funcionamento, interfere diretamente nos sensores e sistemas eletrônicos. Isso pode causar falhas intermitentes e até paradas inesperadas.
As consequências de uma operação incorreta vão além do equipamento. Há impactos diretos na produtividade, já que falhas e manutenções emergenciais interrompem o fluxo de trabalho. Sem contar os riscos à segurança dos operadores e de quem circula pelo ambiente — um aspecto que nunca deve ser negligenciado.
A boa notícia é que esses problemas são evitáveis. Treinamento adequado da equipe, sinalização clara sobre limites de carga e boas práticas de uso fazem toda a diferença. Criar uma cultura de cuidado com o equipamento não é apenas uma questão técnica, mas também estratégica: reduz custos, evita acidentes e garante uma operação mais eficiente.
No fim das contas, o elevador de carga é tão confiável quanto a forma como ele é utilizado. Respeitar seus limites e operar com atenção não é apenas uma recomendação, é uma necessidade para manter o desempenho e a segurança no dia a dia.
A Artama desenvolve equipamentos pensados exatamente para esse tipo de cenário: ambientes exigentes, com alto volume e necessidade de eficiência real no dia a dia.
Quer parar de adaptar sua operação e começar a estruturar de verdade? Fale com nossa equipe e veja como otimizar seu fluxo vertical com soluções feitas para sua operação.
Se você acha que já viu tudo em ferramentas de escalada industrial, prepare-se: a Artama acaba de lançar o Tower Climber, e ele promete revolucionar o mercado. Ideal para manutenção em torres de telecom, energia ou mesmo para eventos, onde o acesso seguro a grandes alturas é essencial, esse equipamento chega com design inteligente, funcionalidades práticas e um claro foco na segurança.
1. O que faz o Tower Climber ser tão especial?
2. Aplicações práticas do Tower Climber
Telecom e energia: manutenção de antenas, troca de componentes, inspeção de redes.
Eventos ao ar livre: acesso elevado a torres de som, vídeo, iluminação, com total controle e estabilidade.
Resgates e emergências: essencial em operações de salvamento ou acessos em altura com múltiplos técnicos.
3. Por que vale a pena investir?
4. Onde encontrar o seu Tower Climber
Entre em contato com a equipe da Artama para conferir todas as versões disponíveis. A empresa oferece ainda treinamentos para uso seguro, além de suporte técnico e atualização de certificações.
O Tower Climber da Artama não é só mais um equipamento de escalada industrial, é uma solução repensada: segura, versátil e feita para facilitar a vida dos profissionais que encaram o céu todos os dias. Com foco em segurança, ergonomia e desempenho, ele está pronto para se destacar no mercado. Vale a pena conferir!
Quando se fala em aumentar a produtividade no ambiente industrial, muitas vezes o foco recai sobre maquinário, automação e processos. Mas existe um fator igualmente essencial, que muitas vezes passa despercebido: a ergonomia. E entre as soluções ergonômicas mais eficazes para o chão de fábrica, as mesas elevatórias têm ganhado cada vez mais destaque.
Esses equipamentos simples à primeira vista, fazem uma enorme diferença na saúde dos colaboradores, na eficiência das operações e, claro, na qualidade do produto final.
O que são mesas elevatórias?
As mesas elevatórias são plataformas ajustáveis, projetadas para elevar ou abaixar cargas com segurança e precisão. Elas podem ser acionadas por sistemas hidráulicos, elétricos ou pneumáticos, e são amplamente utilizadas para posicionar peças, auxiliar na movimentação de cargas e facilitar o acesso a diferentes níveis de trabalho.
Na prática, elas permitem que o operador ajuste a altura da mesa de acordo com sua postura e com a tarefa a ser executada — o que representa um ganho imenso em ergonomia e produtividade.
Ergonomia no centro da operação
A ergonomia industrial é a ciência de adaptar o trabalho ao trabalhador, e não o contrário. Mesas elevatórias contribuem diretamente para isso ao:
Ao permitir que o operador trabalhe na altura ideal, a mesa reduz a necessidade de abaixar, esticar ou girar o corpo de forma inadequada.
Movimentações incorretas são uma das principais causas de lesões ocupacionais, especialmente nas costas e articulações. As mesas elevatórias ajudam a evitar esse tipo de problema ao promover uma postura mais natural e segura.
Um colaborador confortável e sem dores trabalha com mais foco, mais agilidade e com menos erros. Isso se reflete diretamente na produtividade e na qualidade do que é produzido.
Além do impacto positivo na saúde dos colaboradores, as mesas elevatórias também geram ganhos diretos nos processos:
Ajustar a altura da carga à posição ideal reduz o tempo de manuseio e montagem, diminuindo pausas e aumentando o fluxo de trabalho.
Trabalhar com a peça na altura correta facilita tarefas de encaixe, montagem, soldagem e inspeção, resultando em menor índice de erros e retrabalho.
Em muitas situações, a mesa elevatória elimina a necessidade de empilhadeiras ou talhas para pequenas elevações, otimizando os recursos e liberando esses equipamentos para outras atividades.
Mesas elevatórias: versatilidade em qualquer indústria
Seja na indústria metalúrgica, automotiva, alimentícia, farmacêutica ou de logística, as mesas elevatórias se adaptam a diversos tipos de linha de produção e montagem. Elas podem ser fixas, móveis, com roletes ou personalizadas de acordo com a aplicação.
Na Artama, desenvolvemos mesas elevatórias sob medida para atender às reais necessidades de cada cliente, com foco total em segurança, durabilidade e eficiência. Nossos projetos seguem rigorosos padrões de qualidade, garantindo que cada equipamento entregue performance com confiabilidade.
Ergonomia é investimento — e não custo
Implementar soluções ergonômicas, como as mesas elevatórias, é uma forma inteligente de valorizar a força de trabalho, reduzir afastamentos, melhorar o clima organizacional e, claro, aumentar a produtividade.
No final das contas, cuidar das pessoas é também cuidar do desempenho da sua fábrica. E com a Artama, sua empresa conta com tecnologia nacional de ponta para crescer com segurança, conforto e eficiência.
Entre em contato com nossa equipe e saiba como podemos te ajudar!
Respeitar o limite de carga dos elevadores é fundamental para garantir a segurança dos usuários e a durabilidade do equipamento. Cada elevador é projetado para suportar uma carga específica, considerando fatores como a capacidade dos componentes mecânicos e a estrutura do edifício. Ignorar essas especificações pode resultar em acidentes graves e custos elevados com manutenção.
Por que existe um limite de carga?
Os elevadores são equipados com placas que indicam sua capacidade máxima, geralmente expressa em número de passageiros e peso total em quilos. De acordo com as normas técnicas brasileiras, cada passageiro é estimado em 75 quilos. Assim, um elevador com capacidade para oito pessoas deve suportar até 600 quilos. Esse limite é estabelecido para assegurar que todos os componentes do elevador, como motores, cabos e sistemas de freio, funcionem dentro de parâmetros seguros.
Riscos de exceder o limite de carga
Segurança dos passageiros: ultrapassar o limite de carga aumenta o risco de falhas mecânicas, podendo levar a acidentes sérios, como quedas livres ou paradas bruscas. Embora os elevadores modernos possuam sistemas de segurança, o excesso de peso pode comprometer sua eficácia.
Desgaste acelerado: o uso contínuo acima da capacidade provoca um desgaste prematuro dos componentes, resultando em falhas frequentes e necessidade de substituições antecipadas.
Aumento no consumo de energia: operar com sobrecarga exige mais esforço do motor, elevando o consumo de energia elétrica e, consequentemente, os custos operacionais.
Paradas inesperadas: o excesso de peso pode fazer com que o elevador pare entre andares, causando desconforto e pânico nos passageiros, além de demandar resgates técnicos.
Boas práticas para um uso seguro
Respeitar o limite de carga dos elevadores é uma responsabilidade compartilhada por todos os usuários. Essa prática simples previne acidentes, prolonga a vida útil do equipamento e evita gastos desnecessários com reparos. Ao adotar uma postura consciente e atenta, contribuímos para um ambiente mais seguro e eficiente em nossos edifícios.
Com a Artama, elevadores, movimentação e ergonomia são palavras que andam juntas! Saiba como podemos melhorar o dia a dia do ambiente de trabalho da sua empresa. Entre em contato!
Os elevadores de carga são meios de transportes que precisam oferecer resistência e qualidade, afinal, através desses equipamentos, materiais são movimentados diariamente atendendo as mais diversas necessidades. Diferente daqueles desenvolvidos para o transporte humano, esses elevadores precisam ser resistentes e adequados ao tipo de carga e de transporte para os quais foram dimensionados, atendendo as normas técnicas da ABNT, garantindo segurança e praticidade.

São encontrados em instalações de empresas que atuam nos mais diversos segmentos, dos quais se destacam: indústrias, armazéns, centros comerciais, estacionamentos, supermercados, entre outros. Não é difícil compreender a necessidade desse tipo de transporte para empresas que possuem espaços que vão além do térreo. Todo o trabalho de movimentação das mercadorias é agilizado, pois são evitados os esforços e as dificuldades existentes na realização do transporte dos itens através das escadas. Isso implica diminuir as possibilidades de acidentes envolvendo quedas e prejuízos materiais, como garante a segurança dos próprios colaboradores com relação a lesões provocadas pelo esforço físico.
Além disso, pode-se otimizar os espaços, aproveitando os ambientes para o armazenamento de mercadorias, mesmo quando esses locais ficam no subsolo ou em andares superiores. Ao instalar um elevador de carga na sua empresa, você está optando por um equipamento com ótima capacidade de transporte, investindo na saúde de sua equipe, contribuindo para o seu bem-estar e garantindo a agilidade no atendimento aos clientes.
Os elevadores de carga são divididos em três tipos:
Classe A – são conhecidos como elevadores de serviço, onde a capacidade não pode exceder 25% da carga nominal do elevador. O carregamento não pode ser feito através de empilhadeiras motorizadas, portanto, é muito utilizado nos ambientes comerciais e empresas prestadoras de serviços.
Classe B – destinado ao transporte de veículos. São bastante comuns em estacionamentos e podem transportar veículos de passageiros e caminhões.
Classe C – onde as cargas são movimentadas através de empilhadeiras motorizadas que não podem exceder 50% da carga nominal do equipamento.
Independente do uso e do modelo a ser adotado para os elevadores de carga, deve-se sempre contar com uma empresa especializada que possa manter esses equipamentos nas condições ideais de funcionamento.
Atualmente, o elevador industrial se tornou um equipamento que garante não só facilidades para o transporte de carga, mas também para evitar acidentes que podem acarretar perda de mercadorias ou prejuízos à saúde dos colaboradores. O uso do elevador industrial contribuiu para a redução de acidentes que podem ocorrer durante o transporte de cargas entre um pavimento e outro, como também favoreceu a ergonomia do trabalho.
Se antes o colaborador precisava de maior esforço físico para movimentar cargas, comprometendo sua postura, com o elevador industrial é possível transportar volumes de maneira rápida e segura.

O elevador de carga precisa atender uma série de Normas Regulamentadoras e NBR’s, como por exemplo a NR-12, que trata de segurança em máquinas e equipamentos, como também a NBR 14712, sendo uma norma brasileira específica para elevadores de carga. Vale lembrar que é de extrema importância a contratação de uma empresa especializada para fazer uma vistoria no local para verificar as condições e local onde está instalado o elevador de carga.
Entretanto, somente a implementação de um elevador industrial na operação não é suficiente para garantir a segurança e a saúde dos colaboradores. É preciso treinamento sobre o uso correto do equipamento e medidas para garantir o bom funcionamento do elevador durante sua utilização.
Além disso, para manter a segurança de um elevador industrial, precisamos destacar três fatores que são de suma importância: o projeto, as regras de utilização e os processos de manutenção.
Projeto – O projeto de implementação de um elevador industrial precisa considerar as especificações da operação, ou seja, definir a capacidade do elevador para atendimento às demandas da operação e também as alterações na estrutura física do ambiente de trabalho. O ideal é que o projeto seja elaborado junto a uma empresa especialista, onde técnicos qualificados irão auxiliar no levantamento das informações que serão decisivas para a escolha de um modelo de elevador que irá atender a operação com segurança e eficiência.
Regras de utilização – boas práticas no uso do elevador industrial favorecem a segurança do ambiente e contribuem para a prevenção de acidentes.
Manutenção periódica – um fator de grande importância para manter e prolongar a vida útil do equipamento e a segurança de seu uso. O processo deve ser realizado por técnicos especialistas, provenientes da empresa responsável pela fabricação e instalação.
O elevador industrial é um grande facilitador na operação, garantindo aumento da produtividade, otimização dos trabalhos e maior segurança para preservar a saúde ergonômica dos colaboradores. Trabalhar de forma segura e consciente é uma medida simples e que evita inúmeros transtornos operacionais.
Suíça, Dinamarca, Áustria, Reino Unido e Canadá, você sabe o que estes países têm em comum? Eles são os líderes quando o assunto é eficiência energética. Mas afinal, o que significa isso?

Eficiência energética se refere à utilização da energia da forma mais otimizada e sustentável possível, garantindo os requisitos de conforto, saúde e segurança. É um tema em ascensão na sociedade, decorrente da crescente conscientização sobre os desafios das mudanças climáticas e impulsionado pela necessidade de adotar práticas mais sustentáveis em todos os aspectos de nossas vidas.
A eficiência energética vai além do simples ato de economizar. Ela se revela como uma abordagem abrangente, que traz diversas vantagens não só para o meio ambiente, como também para a economia e para a sociedade. A adoção de tecnologias mais avançadas e práticas mais conscientes podem reduzir desperdícios, otimizar recursos e criar um ciclo positivo para um desenvolvimento e futuro mais sustentável.
Em um ambiente industrial, é fundamental que você tenha uma eficiência energética em sua operação, pois todos os custos relacionados à sua operação, são relevantes e impactam os seus resultados no fim do mês. Assim, ao utilizar equipamentos de forma eficiente os seus resultados e produtividade serão mais satisfatórios. Logo, a eficiência energética está diretamente ligada à produtividade e aos custos da sua operação.
Além disso, o uso mais eficiente de energia pela indústria não traz benefícios apenas às próprias empresas, mas também para o país como um todo. Isso porque o melhor aproveitamento no consumo reduz a necessidade de investimentos para a construção de novas usinas e redes de transmissão, gerando uma redução dos custos com energia elétrica, uma vez que não há a necessidade de repassar esses gastos ao consumidor.
Outro impacto importante é a redução dos preços de produtos e serviços, já que, assim como o valor dos combustíveis, os gastos com energia elétrica fazem parte de uma série de despesas fixas que ajudam a compor o preço do que consumimos.
Por fim, a eficiência energética contribui para reduzir o risco de crises a apagões.
Nas linhas de produção de qualquer empresa, o trabalho tende a ser muito desgastante para os colaboradores. Principalmente se não forem observados os cuidados necessários com a ergonomia. Basicamente, o conceito de ergonomia faz referência à relação do trabalhador com sua forma de trabalho. Esse termo vem do grego ergo (trabalho) e nomos (regras), leis naturais.

Esse conceito vai além das já tradicionais questões de postura e movimentos corporais, envolvendo também os equipamentos e outros fatores que influenciam o local de trabalho. Assim, especificamente dentro do ambiente industrial, a aplicação da ergonomia exige atenção com vários quesitos que vão garantir a segurança, a saúde e o bem-estar dos colaboradores.
Ou seja, os responsáveis pela ergonomia na indústria estudam maneiras de incentivar a melhor relação entre o homem e a máquina. Assim, trabalhador e seus equipamentos, maquinários e utensílios do cotidiano profissional devem estar em total sintonia.
Na Artama, a personalização dos equipamentos de elevação para atender às necessidades específicas de diferentes indústrias é um diferencial, pois a ergonomia é incorporada ao design para melhorar a eficiência e segurança dos operadores. Tudo dentro das normas que se relacionam à ergonomia na indústria, com a aplicação de parâmetros presentes na Norma Regulamentadora 17 (NR-17). Essa NR tem por função estabelecer parâmetros que vão permitir a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar o máximo de conforto, segurança, bem-estar e um desempenho eficiente ao trabalhador.
A Artama atua no segmento de elevadores, movimentação e ergonomia nos mais diversos ambientes de trabalho. A empresa iniciou suas atividades em 1966 e hoje conta com parque fabril de 3.400m² em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Desde 2013, fabrica elevadores e acessórios internos para acessos a aerogeradores, capacitando-se para este novo mercado e desenvolvendo parcerias tecnológicas com empresas internacionais para desenvolvimento de produtos com conteúdo local, contando hoje com portfólio completo de fornecimento de elevadores e internos para torres eólicas.
Plataformas Niveladoras de Doca (PND) foram desenvolvidas para utilização em docas de carga e descarga, servindo de ponte entre a doca de concreto e o piso da carroceria do veículo, oscilando para compensar a variação da altura do piso da carroceria durante a operação e permitindo o acesso de carrinhos, paleteiras, empilhadeiras e outros, para possibilitar, agilizar e tornar segura a operação de carga e descarga.

Com a PND é possível diminuir, consideravelmente, os riscos de acidentes com os colaboradores e reduzir o dano dos materiais por quedas. A utilização da niveladora de doca otimiza o tempo do processo de carga e descarga de materiais sem prejudicar a segurança da operação.
Atualmente, existem diversos tipos de niveladora de doca, cada uma com a sua utilidade e configuração de instalação. Os modelos de niveladora de doca possuem capacidades de carga que variam de 1000 até 15000 kg. Os principais modelos são as niveladoras de doca embutida ou de embutir e as niveladoras de doca avançada ou frontal. Ambas possuem variações como, por exemplo, eletro-hidráulica ou manual mecânica.
Para determinar a escolha da melhor plataforma de doca é necessário também determinar quais caminhões irão carregar ou descarregar na doca, pois, pelo fato de caminhões terem alturas variadas, é fundamental saber quais modelos serão utilizados. Esta informação possibilita calcular o comprimento correto de uma plataforma de doca, pois a combinação da variação dos veículos que irão operar na doca e o tipo de equipamento que transitará sobre a plataforma de doca resultam no equipamento mais adequado para a operação, além da altura de doca que o cliente possui no local.
É importante também observar que a definição da melhor plataforma de doca passa por outras avaliações como a necessidade de segurança envolvida na operação, a exposição a situações de alta corrosão do aço carbono como, câmaras frias, locais de alta concentração de sal, ou produtos corrosivos ao aço carbono. Para estas situações fornecemos niveladoras galvanizadas ou com pinturas especiais, que exercem uma proteção química ao aço carbono contra a corrosão, além disso é necessário definir se o modelo indicado para a operação é do tipo frontal ou embutido.
A Artama atua no segmento de movimentação, armazenagem e ergonomia, modelando soluções de racionalização de tempos e minimização da fadiga nos postos de trabalho. A empresa iniciou suas atividades em 1966 e hoje conta com parque fabril de 3.400m² em Jaraguá do Sul, Santa Catarina.